O  Telefone

De repente
o telefone toca,
depois do alô
que soa como se a sinfonia
afinada da natureza
estivesse presente,
um respirar mais profundo.
Então o mundo
antes sonhado
de flores,
perfumes
e brisa suave
toma conta do lugar...
Que nada
novamente sonhei
o telefone não despertou...
nem do meu sonhar...

 

Carinhosamente
Ruben Alves Vieira

 
 

Envie este poema para alguém especial


<< voltar >>