Das asas

 

 

 

Quando um anjo bate as asas

fica o sopro suave da brisa

com perfume de todas as flores

da face da terra,

de todas as primaveras.

Ao bater das asas

de anjo ausente,

ficou um misto de paz,

ternura,

carinho

e amor.

Ficou a ansiedade

da falta e saudade.

Os olhos se fecham,

mergulham no sonho.

Lábios a sorrir.

Momentos por vir...

Será que virão?

O sonho,

a brisa suave...

 

 

Carinhosamente

Ruben Alves Vieira

 

 
 

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