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O Ato

O desconhecido,
como se fosse mares profundos
não navegados.
Adrenalina pura,
o palpitar forte nas artérias
pelo fato do sangue
estar agitado,
uma secura na boca,
mãos suadas,
causas surgidas
pelo tesão.
O que estaria por vir?
Um toque,
uma carícia ousada,
uma boca quente
que procura se aninhar
no ninho do amor,
degustar do néctar
adocicado
que surge molhado
pedindo por mais
e mais...
Carinhosamente
Ruben Alves Vieira

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