Desculpe



Por ter imaginado
você como uma flor,
a mais bela,
de pétalas coloridas,
aveludadas,
únicas
e perfumadas,
entre as flores
da primavera vital.
Por ter visto você
como uma deusa angelical,
com ternura no olhar
e meiguice no falar.
Por ter escutado
uma música suave
na voz carinhosa
e no sorriso constante.
Por ter vivido momentos
que somente existem
em temas de poemas
a cada instante.
Desculpa.
Ficarei
com o perfume da flor
que permanece nas mãos,
com o brilho do olhar
gravado na retina da lembrança,
com a sonoridade
harmoniosa e suave
em meus ouvidos
e com um toque inexistente...
na imaginação.

Carinhosamente
Ruben Alves Vieira

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Perdoe-me



Por ter imaginado
você como um jardim,
o mais belo.
Com flores múltiplas,
diferentes,
perfumadas.
Um jardim
de eterna primavera.
Por ter sentido você,
como um paraíso.
Onde as palavras
são perfeitas
poesias.
A música,
os pássaros,
em sinfonia
com o tempo.
Suave tempo,
em branda brisa,
de temas poemas.
A lembrança,
é a presença.
O toque
além da imaginação.

Sentimento perfeição.

Sol Lua©

 

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